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Rio Info 2016 encerra com expectativa de geração de negócios de R$4,6 milhões

Com estimativa de geração de negócios na casa dos R$4,6 milhões no prazo de doze meses, o Rio Info 2016 foi encerrado nesta quarta-feira, dia 6, no Rio de Janeiro. O evento foi marcado pelo consenso em torno de um pacto pela tecnologia envolvendo empresários, pesquisadores e autoridades do setor de TI, com o objetivo de desenvolver um Programa de Fomento, proposto por Benito Paret, presidente do Sindicato das Empresas de Informática (TI Rio) na abertura do evento. A ideia foi ratificada, entre outros, pelo secretário da Secretaria de Política de Informática (Sepin), Maximiliano Martinhão, que propôs a construção de parcerias para formular propostas para o setor. Também o presidente da Associação Comercial do Rio, Paulo Protásio, defendeu “compromissos de ação” da sociedade e cobrou que os projetos tenham continuidade, com “começo, meio e fim”. Lançou ainda o desafio de transformar o Rio Info no mais importante evento de TI do Atlântico Sul. Temas como o da proposta do Marco Legal do Software entraram em pauta. O presidente da Fenainfo, Marcio Girão, disse que é necessário o legislativo entender a evolução da humanidade na qual o software tem sido o motor: “O software é um produto diferenciado no setor de TI. Todos os países desenvolvidos já possuem um marco do software, só o Brasil ainda não tem. É uma urgência do nosso país ter um marco regulatório para o setor de software que permita criar um ambiente competitivo para a indústria nacional.” Segundo John Forman, diretor da Riosoft, que apoia a iniciativa da Fenainfo, o principal objetivo é criar um marco que possa harmonizar as leis já existentes e...

Empresa de Brasília ganha Sessão de Negócios

Com a participação de mais de 70 empresas nacionais de oito diferentes estados, sendo quatro delas âncoras, e nove estrangeiras, a Sessão de Negócios do Rio Info 2016 gerou expectativa de mais de R$ 4,6 milhões em negócios no período de um ano. A empresa Vísente, de Brasília, foi a vencedora do prêmio Sessão de Negócios, que reconhece a empresa que mais realiza negócios durante o evento. A Vísent, criada em 1996, desenvolve soluções inovadoras em Big Data para o mercado de telecomunicações. “Temos várias participações no Rio Info. Quando se tem uma estratégia bem elaborada, metas bem definidas e uma boa apresentação, os resultados são positivos. Estamos muito felizes com as parcerias firmadas durante o Rio Info e o reconhecimento”, disse Ricardo Nascimento, presidente da empresa. A metodologia das Sessões de Negócios foi desenvolvida e aplicada pelo Sebrae, parceiro do Rio Info. As empresas âncoras ficam fixas nas mesas, enquanto os empresários circulam por elas apresentando seus projetos em dois minutos. Após as apresentações, os empresários ficam à vontade para marcarem reuniões individuais com os possíveis novos parceiros. Segundo Marcelo Chang, analista da área de Soluções e Inovação do Sebrae/RJ, o principal objetivo da atividade é incrementar as redes de parcerias entre os participantes.  “Já aconteceu casos muito curiosos durante as sessões de negócio. Em uma edição anterior, duas empresa do Rio Grande do Sul descobriram durante a rodada que estavam localizadas na mesma cidade e na mesma rua e tinham produtos complementares. Acabaram virando parceiras”. O empresário Nazário de Souza, sócio proprietário da PlugzOne – Sites e Sistemas, que veio na delegação do Sebrae do Rio Grande...

Retenção de profissionais é desafio para setor de Games brasileiro

A retenção no país dos profissionais desenvolvedores de games é um desafio enfrentado pelas empresas brasileiras, num mercado que movimenta cerca de U$3bilhões de um universo mundial de U$102bilhões. “Ainda é uma parcela pequena, mas existe muito talento criativo e técnico que faz o Brasil ter igualdade de competitividade com outros países”, diz Dario Souza CEO e Founder da Gazeus. Mas nem sempre os talentos permanecem no país, existe uma evasão de profissionais que buscam empresas internacionais para trabalhar. “O Brasil ainda é uma indústria que busca estabelecer o seu espaço e, por isso, muitos profissionais oscilam, vão para fora do país e depois retornam”. Esclarece Arthur Protásio, sócio-fundador da Fableware. Na disputa por mercado mundial de games, antes movimentado somente pelas empresas internacionais, já não há barreiras de entrada. No entanto, dizem os especialistas, as empresas brasileiras precisam ganhar visibilidade com os jogos desenvolvidos. Existe talento criativo e técnico no Brasil, o desafio é manter esses profissionais trabalhando para empresas brasileiras. “Hoje em dia é muito fácil entrar o difícil é se destacar”, comenta Adrian Laubisch, diretor de novos projetos da Aiyra. Para melhorar esse cenário é preciso aproximação com profissionais da área de gestão, para facilitar a concretização dos negócios. Apesar de algumas dificuldades, empresários do setor afirmam que é possível ter uma empresa de games no Brasil e ganhar dinheiro proveniente do país ou do exterior. O incentivo também cresce gradativamente por meio de editais. “Existem movimentos governamentais e não governamentais financiando esse setor, a própria Rio Filmes e a Ancine são dois exemplos”, lembra Dario Souza. O BNDES apresentou em 2014 um estudo com o...

Estudante de Alagoas vence a CRIA 2016

O estudante Eduardo Lúcio, 16 anos, do 3º ano do ensino médio do Instituto Federal de Alagoas – Campus Arapiraca, foi o vencedor da Copa Rio Info de Algoritmo – CRIA 2016, uma competição nacional entre estudantes de nível médio e técnico promovida pelo Sindicato das Empresas de Informática do Rio de Janeiro (TI Rio) e pela Federação das Empresas de Informática (Fenainfo). Este ano o CRIA recebeu 453 inscrições de alunos de escolas de ensino médio e técnico de vários estados brasileiros, que passaram por uma etapa classificatória. Desses, seis finalistas foram selecionados: três estudantes de escolas de Minas Gerais, e os demais de Alagoas, Espírito Santo e Paraná. Eduardo foi o único estudante do estado de Alagoas a chegar à etapa final. “A prova foi razoavelmente tranquila. Mas achei algumas questões mais complexas. Já foi muito bom só de ter chegado até a final”, afirma o vencedor da competição, que pretende seguir a carreira na engenharia de computação. Segundo o professor Heitor Barros, que acompanha o aluno, cerca de dez estudantes da escola se inscreveram. “Os alunos que se inscreveram receberam suporte da coordenação de professores. Eles se organizaram e criaram grupos de estudo. Muito foi mérito deles, que procuraram estudar, e do Eduardo, que é um aluno nota dez”. O estudante Caio Tácito Borges da Costa, 16, que participou pela segunda vez do CRIA, conquistou, pela segunda vez consecutiva, o segundo lugar na competição. “Achei este ano mais difícil, ainda mais porque não temos mais a ajuda dos outros colegas da equipe. Este ano concluo o ensino médio e não poderei participar mais, mas valeu a...

Empresa argentina vence Salão da Inovação com solução para agricultura

A empresa argentina Codes, há 18 anos no mercado de desenvolvimento de software, foi a vencedora, entre quatro finalistas, do Prêmio Salão de Inovação, com a apresentação da plataforma Puma – Plataforma Única de Monitoramento Agrícola. Desta oitava edição do Salão da Inovação, participaram 16 projetos de empresas nacionais e internacionais que apresentaram inovações no setor de Tecnologia da Informação aplicadas a diferentes áreas. Segundo a CEO da empresa, María Laura, o objetivo da plataforma é monitorar hectares de plantações para controle da evolução do cultivo, como a chegada de pragas, por exemplo. “O setor agrário não é integrado. Poder gerar indicadores que ajudem na tomada de decisão do agricultor é uma grande inovação”, afirma María. A plataforma, lançada em maio deste ano, gerencia e armazena grandes volumes de dados de informação georeferenciada a partir de mapas de auto definição. Segundo María, o produto é direcionado tanto para produtores agrícolas, como para fornecedores de insumos, fabricantes de maquinário, seguradoras e o governo. “Em dois meses, desde que lançamos a plataforma, já somamos mais de 100 mil hectares monitorados. A meta em cinco anos é cobrirmos uma área total de 1.250milhão de hectares”. A plataforma foi desenvolvida por meio de uma parceria entre a empresa Codes e as startups Sucorfertil, especializada em geomática e agricultura do ambiente e a Cazenave Associados, de consultoria agropecuária. Esta é a terceira vez que a empresa Codes está presente no Rio Info, no entanto, é a primeira que participa do Salão da...

Contribuição com meio ambiente

O Rio Info 2016 ofereceu uma boa oportunidade para quem precisava desocupar gavetas, armários, prateleiras entulhadas com equipamentos eletrônicos fora de uso, como celulares inativos, impressoras, computadores, videocassetes, carregadores e baterias. Durante todos os dias do evento houve a coleta desses resíduos numa iniciativa do Sindicato das Empresas de Informática do Rio (TI Rio). O Brasil é o maior gerador de lixo eletrônico na América Latina. Em 2014 produziu 1,4 milhão de toneladas, seguido pelo México (958 mil toneladas) e Argentina (292 mil). Segundo o Programa da ONU para o Meio Ambiente a cada ano o Brasil descarta cerca de 97 mil toneladas métricas de computadores; 2,2 mil toneladas de celulares; 17,2 mil toneladas de impressoras.  ...

Brasil apresenta números irreais com relação aos ataques cibernéticos

Ana Paula Lobo, do Convergência Digital O Brasil falta com a verdade ao notificar os ataques cibernéticos, afirma o especialista em Segurança da Informação, Guilherme Neves. Segundo ele, no mundo, por hora são reportados 50 milhões de ataques. No Brasil, em 2015, foram contabilizados pouco mais de 700 mil. “Fica evidente que a grande maioria não reporta seus ataques. Esses números são irreais”, atesta o especialista. Em uma posição que pode vir a ser classificada como polêmica, Guilherme Alves, diz que a segurança da informação não pode ficar não mão de um profissional de TI. “Há profissionais formados na área e devem ser eles os gestores da área”. Guilherme Neves reclama da falta de investimento para o cumprimento da segurança institucional no governo e adverte: há riscos de ataques uma vez que as infraestruturas críticas são...

Rio Info abriga Wiki Love Monuments, maior concurso de fotografias do mundo

O Rio Info 2016 reuniu as dez melhores fotografias da fase brasileira do  Wiki Loves Monuments (WLM) 2015, um concurso internacional de fotografia cujo objetivo é reunir imagens que retratem monumentos de relevância histórica para os países associados à disputa. Segundo o organizador da exposição, Henrique Andrade, o concurso, considerado pelo Guiness o maior de fotografia no mundo, teve a participação de mais de 43 mil fotógrafos do mundo todo, dos quais quatro mil brasileiros. As fotografias devem capturar registros de patrimônios históricos ao redor do planeta, podem ser de monumentos relacionados a sítios arqueológicos, edificações e demais patrimônios. Dentre as imagens expostas está a de Ricardo Takamura, do Museu da Inconfidência, em Ouro Preto, Minas Gerais, que ficou na 12ª posição no ranking internacional. Os resultados da competição internacional estão disponíveis em https://goo.gl/vUsXOZ. Quem visitou a exposição pode baixar todas as imagens para o celular e usá-las sob uma licença creative commons. A organização da fase brasileira do concurso é do Grupo Wikimedia Brasileiro de Educação e Pesquisa. Mais atividades desenvolvidas pela equipe podem ser acessadas em http://www.wikimedia.org.br. Um novo concurso de fotografia acontecerá durante as Olimpíadas de 2016. O regulamente do Wiki Loves The Olympics, em breve, estará disponível na página do...

Rio, cidade olímpica, tem garantido legado de TI

Tecnologia a serviço da segurança pública, conectividades em diversos pontos da cidade, investimentos em qualificação dos profissionais de TI, novas Naves do Conhecimento, aumento na infraestrutura de telecomunicações e serviços públicos digitais. Os Jogos Olímpicos Rio 2016 já proporcionam à cidade do Rio de Janeiro um legado volumoso para o mercado de TI. Nessa quarta-feira, dia 06, o Painel “Das cidades inteligentes às comunidades inteligentes” no Rio Info 2016 reuniu quatro palestras e seis palestrantes. A empresa municipal de informática da cidade do Rio de Janeiro, IplanRio, já oferece aos cariocas alguns projetos que integram o legado dos Jogos Olímpicos, como o Ponto de ônibus inteligente, Toten Carioca, as Naves do Conhecimento com softwares desenvolvidos por empresas brasileiras e a plataforma Carioca Digital, que oferece serviços públicos e tratamento personalizado. “Até o final do ano teremos mais 300 mil usuários e cerca de 100 serviços oferecidos”, diz Fábio Pimentel, diretor presidente do IplanRio. Por meio da parceria com a Embratel a cidade do Rio de Janeiro ganhou uma nova infraestrutura de telecomunicações com a instalação de cerca de 370 quilômetros de extensão de rede ópticas, aumento na cobertura da rede fixa e móvel em Deodoro, Zona Oeste da cidade, e novos investimentos na rede móvel do Metrô. A parceria também proporcionou a capacitação de mão de obra especializada em telecomunicações. A instalação de um data center complementa o legado. A partir do histórico de dados será possível analisar determinados sintomas e prever ações futuras. Essa medida poderá ser aplicada, por exemplo, no Centro de Operações do Rio e no Centro Integrado de Comando e Controle. Novos equipamentos, redes e sensores...

BNDES e MCTIC definem cronograma para plano de ação nacional para Internet das Coisas

Ricardo Rivera, gerente setorial das Indústrias de TIC do BNDES, anunciou durante o Rio Info 2016 que 29 propostas foram entregues para a contratação da consultoria que vai desenhar o plano de ação nacional para Internet das Coisas, a ser conduzido pelo BNDES e pelo MCTIC. Na próxima semana, serão conhecidas as cinco finalistas e até o final de julho se conhecerá a empresa vencedora. Definida a consultoria, a pesquisa acontecerá de outubro até o final de dezembro. A meta, explicou Rivera, é que no segundo semestre de 2017, o plano nacional de Internet das Coisas comece a ser implantado. “O levantamento vai fazer um estudo completo do mercado, mas terá recursos para uma implantação imediata. A intenção é remover as principais barreiras para Internet das Coisas”, sustentou o gerente do BNDES. O plano para Internet das Coisas terá com validade de 2017 a 2022. “O modelo terá recurso para garantir a implantação. Ele não será um estudo sem medidas práticas”, detalha Rivera. Rivera deixou claro que um ponto central do estudo BNDES/MCTIC é obrigar o monitoramento das ações. “Queremos que a política seja implantada. Isso é crucial para o Brasil ter um lugar nesse mercado”, afirmou. O levantamento terá pontos voltados às questões regulatórias, as melhores práticas de financiamento e o compartilhamento de informações. “Há ações de IoT acontecendo no mundo. Precisamos dividir conhecimento. Há muitas oportunidades de negócios, mas temos que estruturar quais são as competências do Brasil”,...

IoT é a próxima nova onda

Na Internet das Coisas ainda há muitos desafios a serem enfrentados e muitas oportunidades surgindo. Para o Gabriel Antônio Mourão, consultor de novas tecnologias da Perception, que apresentou nesta terça-feira um panorama sobre o tema durante o Rio Info 2016, este é o momento ideal para investir em IoT. “Precisamos entender se o que estamos fazendo é realmente Internet das Coisas. Se não corremos o risco de fazer investimentos que ser perderão. A IoT está no topo do hype cycle. Essa fase de oportunidades dura de cinco a dez anos. O mesmo já aconteceu com o surgimento da Internet, mas nem todos os investimentos geraram inovação. Temos que aproveitar ao máximo esse momento”. já não é mais um termo novo dentro do universo da Tecnologia da Informação, mas “A Iot já agrega diferentes tecnologias, como cloud computing e big data, e precisa se preparar para as novas que vão surgir. É preciso ainda encontrar novas soluções sobre questões importantes como segurança, privacidade ou volume de dados nas comunicações. A aplicabilidade e compatibilidade entre diferentes plataformas também precisa ser pensada”, afirma Gabriel. Para Fabio Porto, professor e pesquisados do Laboratório Nacional de Computação Cientifica (LNCC), que tem desenvolvido vários projetos em parceria com instituições e empresas para aplicação de IoT com uso de dados captados por sensores, para desenvolver sistemas é preciso entender bem a estrutura e característica dos dados a serem avaliados e da aplicação que se pretende construir. “Cada tipo de dado, sejam eles de séries temporais, comprimidos, criptografados, preciso ou impreciso, tem uma interpretação diferente”. Um dos projetos desenvolvidos pelo laboratório de pesquisa é o SAHA, de...

Marketing: é preciso educar os clientes e definir regras de relacionamento

“É preciso saber educar os clientes e fazer regras de relacionamento. Esse novo modelo de vendas e de marketing cria relacionamento e não a venda a qualquer custo”,  disse Pedro Renan, diretor de marketing da empresa We do Logos, durante a palestra “Como fazer a sua startup crescer criando uma área de marketing”, realizada nessa terça-feira, dia 05. Ele apontou como definir equipes e traçar metas. O marketing de conteúdo é um grande aliado das empresas, afirmou, mas apontou que o investimento que recebe ainda é muito baixo no Brasil. Segundo ele, poucas empresas o fazem de fato, mas ele reconhece que o cenário está começando a mudar. “O interessante é que muitas empresas pequenas e médias estão começando a fazer e isso é um ponto importante”. Outro destaque foi para o Co-marketing. Nesse modelo são feitas parcerias com outras empresas, para aumentar a relação de tráfego e oportunidades de vendas. Investir em marketing, afirma, é fundamental para o crescimento das empresas e a manutenção no mercado. “É preciso investir em conteúdo, em design, em boa experiência do usuário. Não pode só se preocupar que o usuário apenas compre, mas é preciso oferecer um bom contato com o serviço ou produto. Quando a gente oferece uma boa experiência, a venda se torna mais...

Adaptação às novas tendências como diferencial para se manter competitivo na TI

O mercado brasileiro de TI tem grande potencial de competitividade, mas antes é preciso compreender que ser      competitivo é satisfazer o cliente e, para isso, é preciso ter alguns requisitos básicos. Entre eles oferecer eficiência, inovação, sofisticação e adaptação às novas tendências do setor. O assunto foi debatido durante o painel “Competitividade da TI brasileira”, nesta terça-feira, dia 05, durante o Rio Info 2016. O painel foi composto pelos gerentes da Associação para Promoção da Excelência do Software Brasileiro  (Softex) Virgínia Duarte, Reinaldo Marques, Guilherme Amorim e Vitor Andrade. Dados da Softex apontam que o mercado brasileiro de TI gera R$ 100 bilhões de receita líquida e comporta atualmente cerca de 82 mil empresas. Os números representam um crescimento pequeno de 4% entre os anos de 2014 e 2015. Para permanecer atuante nesse mercado é preciso estar atento ao cenário de TI, que envolve temáticas como mobilidade, big data, redes sociais, nuvem, convergência entre físico e digital e a Internet das Coisas (IoT). Outro fator fundamental é se adaptar às novas tendências do setor, como produtos gratuitos customizados e fáceis de usar, automação do trabalho do conhecimento e novos tipos de consumidores. “Hoje o que leva competitividade às empresas, seja qual for o setor de atuação, é a capacidade de se adequar às novas tendências tecnológicas”, explica Virgínia Duarte. Os modelos de negócios estão em constante mutação e, por isso, é importante ter conhecimento de mercado para se manter competitivo e continuar progredindo. Vitor Andrade lembra que ainda há muito espaço para crescer. “Mas é preciso atrelar a tecnologia aos benefícios para o usuário”, reforça. A relação de oferta...

Momento de fortalecer as políticas públicas para TI

As principais entidades setoriais de TI do Brasil estiveram no Rio Info 2016. Em posição de consenso, elas defendem que o momento é o de fortalecer as políticas públicas para TICs. O portal Convergência Digital ouviu os principais líderes da área sobre temas relevantes ao setor durante o evento. Para o presidente da Assespro Nacional, Jeovani Salomão, viabilizar as políticas públicas é o desafio da nova Secretaria de Política de Informática (SEPIN). Segundo ele, a fusão ministerial é positiva para o setor de TIC. “Vamos concentrar as ações para termos medidas práticas”, disse. Para o presidente da Assespro Nacional, o Brasil precisa mudar o eixo da economia e a era do conhecimento é o melhor caminho para dar essa guinada. Já o presidente da Brasscom, Sergio Gallindo, salienta que a prioridade do governo deve ser transformar TICs em uma prioridade nacional. Ele também destaca que é preciso uma legislação de dados pessoais efetiva para garantir a entrada do país na era do conhecimento. “Os projetos que estão no Congresso Nacional são positivos, mas precisam de ajustes e devem ser mais debatidos como o foi o Marco Civil da Internet”, afirmou Gallindo. O executivo da Brasscom observou ainda que o país precisa trabalhar para fazer das TICs um pilar econômico. Passou da hora de atualizar a Lei de Informática para a era das TICs. Essa é a posição defendida pelo presidente do TI Rio e coordenador do Rio Info, Benito Paret. Para ele, a aplicação dos recursos da legislação precisa ser rediscutida o quanto antes. “Não o fizemos isso em 2015. E ainda não começamos em 2016. São recursos estratégicos...

Congresso vai debater projeto de terceirização específico para TI

A deputada  federal Geovania de Sá (PSDB/SC), anunciou, durante o painel que discutiu a terceirização no Rio Info 2016, que apresentará na Câmara dos Deputados, um projeto de lei que vai regulamentar o tema especificamente no setor de Tecnologia da Informação. Em entrevista à CDTV, do portal Convergência Digital, a parlamentar explicou que preferiu evitar o termo terceirização porque ele enfrentou muita resistência da sociedade durante a tramitação na Câmara como PL 4330 e no Senado, onde está parado como PLS 30. No entender da deputada, a regulamentação no setor de TI ficou muito aquém nestes dois projetos, daí necessidade de se promover um projeto específico para regulamentar os Serviços Complementares Especializados na Cadeia Produtiva de Tecnologia da Informação. Assistam. Fonte: Convergência Digital Por: Carmen Nery e Pedro Costa Data: 05/07/2016 Link:...

Globo.com usa algoritmos para definir o que o leitor vai ler

A Globo.com está utilizando algoritmos para definir o que o leitor vai ler nas suas páginas informou no painel Profissionais do Futuro, durante o Rio Info 2016, que acontece esta semana, no Rio de Janeiro, Newton Fleury Filho, que atua na área de marketing de produto do portal. Em sua apresentação, “As novas tecnologias e o papel do cientista de dados”, Fleury detalhou o projeto do uso de big data, machine learning, algoritmos e analytics para definir as recomendações de notícias aos usuários do portal em substituição ao editor, hoje responsável apenas pela primeira página. O método está sendo usado em 100% nas seções GShow, de entretenimento, e Techtudo, de tecnologia. Em outras áreas como esportes, a questão é mais complexa porque tem de lidar com as nuances das rodadas esportivas cujo timing não consegue ser acompanhado pelo algoritmo. “No Globo.esporte.com usamos em apenas 5%, pois pode ocorrer de vir nas recomendações que um jogador é dúvida para a partida, e a manchete postada pelo editor já pode vir apresentando o gol que ele fez. Nos outros sites, Gshow e Techtudo, o nível de conversão (o leitor clica no link e lê a notícia) é muito superior à obtida pelas notícias postadas pelo editor, pois as recomendações são feitas com base no histórico de navegação do leitor no portal e nos hábitos de leitores semelhantes”, explicou Fleury. Para isso, a Globo.com conta com uma equipe com múltiplas habilidades – matemática, estatística, computação – em vez de um cientista de dados no conceito mais restrito do termo. Ele apresentou dados de que este profissional, que une conhecimento matemático/estatístico, computação e...

“Sigo contrário à fusão do Minicom com o MCTI”, diz Celso Pansera

O ex-ministro do MCTI e deputado federal pelo PMDB/RJ, Celso Pansera, eleito presidente do Conselho da Softex, no Rio Info 2016, se mantém contrário à fusão do Minicom com a Ciência e Tecnologia. “Minha posição é a de negociar a não vinculação das Comunicações ao MCTI. Não é isso que a Academia quer”, disse em entrevista à CDTV, do portal Convergência Digital. Segundo ele, a decisão final sobre a fusão será decidida pelo Congresso Nacional em agosto. Assistam. Fonte: Convergência Digital Por: Ana Paula Lobo e Pedro Costa Data: 05/07/2016 Link:...

Setor quer marco legal para software nos moldes do Marco Civil da Internet

O setor de TI se alinhou e está trabalhando para, em seis meses, entregar um Marco Legal do Software, que deverá seguir a mesma arquitetura do Marco Civil da Internet, uma lei genérica sob a qual há um conjunto de regulamentações e novas Leis como a Lei de Proteção de Dados pessoais, revelou nesta segunda-feira, 04/07, durante o painel de políticas de TI, no Rio Info 2016, Gilberto Martins de Almeida, da GMA Advogados. O especialista – contratado pela Fenainfo para definir as regras a serem colocadas nesse projeto – caracterizou este tipo de framework legal como Lei Principiológica de Marco Legal de Software, que apresentaria um conjunto de princípios e objetivos e estaria associada à Lei de Direito de Autor, Lei de Patentes de Software, Lei de fundos de incentivos, Lei da Inovação, Lei de Compras Públicas de Software e Lei de Exportação de Software. “Este é um projeto que deverá consumir seis meses para elaboração. Estamos no primeiro mês e definindo os princípios”, informou Almeida, que já atuou como consultor da ONU. Em sua apresentação, durante painel no Rio Info 2016, ele traçou um cenário da legislação de software em várias partes do mundo. Nos EUA, destacou o consultor, o arcabouço legal reconhece a inventividade e o software pode ser protegido por patente, enquanto que, aqui no Brasil, se considera apenas o direito de autor. No México, desde 2002, há um programa exclusivo de incentivo à inovação no software e um fundo específico, além de financiamento do Banco Mundial. Na Europa, até 2002, já haviam sido registradas três mil patentes, uma boa parte na área de software....

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